“Eu confio no senador Gladson”, diz Gehlen Diniz

gehlen100315O deputado Gehlen Diniz (PP) em discurso na sessão desta terça-feira, 10, defendeu o senador Gladson Cameli (PP/AC) que teve seu nome citado na Operação Lava Jato da Polícia Federal. Diniz disse acreditar na inocência de Cameli. “Eu confio no senador. Tem um inquérito pela frente, ele vai responder o inquérito. Responder inquérito policial todos estamos sujeitos. O senador disse também que está tranquilo. Nunca viu esse cidadão”, pontuou Diniz. Gehlen Diniz disse que o Brasil caminha para uma Venezuela com censura à imprensa e a liberdade de expressão, além de arrocho econômico e crise política.

“Infelizmente parece que caminhamos para uma Venezuela. Nesse país tudo é esquema, tudo é armado. Nesse momento é com vergonha que olho para as nossas autoridades maiores”, citou o deputado.

O deputado salientou que os governos do PT são os responsáveis pelos indícios de corrupção no país. Ele frisou que independente de que partido seja, se condenado, o político tem que pagar por seus crimes.

“Não adianta dizer que a culpa é do partido A ou B. São 12 anos de Partido dos Trabalhadores. São eles que estão no poder. São 12 anos afundando o país. Se é corrupto tem que ir pra cadeia. Eu acredito na inocência do senador Gladson. Nesse governo foi aliado é inocente, foi contrário é culpado”, disse o parlamentar acreano.

O parlamentar acrescentou que caso o senador Gladson Cameli seja condenado, o mesmo deve ser punido. “Não defendo corruptos. Se por acaso o senador não for inocente tem que ser punido também. Sou candidato pelo PP porque a legislação não permite candidatura avulsa”, explicou o deputado progressista.

Gehlen Diniz frisou que nos próximos dias poderá chegar à Aleac um pedido de investigação do governador Tião Viana (PT), que também foi citado na Operação Lava Jato. Ele pediu que o requerimento, caso dê entrada na Casa, seja aprovado.

“Esta semana agora, o governador Tião Viana será indiciado e vai chegar um pedido para que se abra processo contra ele. Nesse governo eles escolhem quem investigar. Vamos deixar o homem provar que é honesto. O homem é tão honesto que não pode ser nem investigado”, ironizou o deputado.

Ele lembrou que secretários de Estado tiveram envolvimento na Operação G7 e após saírem do presídio foram nomeados para cargos no Executivo.

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