<strong>Emerson Jarude acusa prefeito Bocalom de omissão</strong>

Emerson Jarude acusa prefeito Bocalom de omissão

No tempo destinado a liderança do MDB durante sessão ordinária desta quarta-feira (29), o deputado Emerson Jarude disse que decidiu cancelar sua ida a Rondônia, onde acontecerá o Encontro do Parlamento Amazônico, para ficar no Estado ajudando as vítimas da alagação. Ele acusa Tião Bocalom por omissão quanto ao plano de contingência da alagação.

O parlamentar ressaltou que já conseguiram entregar sacolões e kits de limpeza aos atingidos. Também atuou junto a sua equipe para pedir que a prefeitura melhorasse a logística do abrigo de animais no Parque de Exposições Marechal Castelo Branco.

“Aquela área estava sendo tocada somente por voluntários, que ainda tiveram que enfrentar problemas com um secretário do prefeito. Então vistoriamos e atuamos para melhorar a logística”, esclareceu.

Jarude disse que esse é um momento de união e agradeceu a Mesa Diretora do Poder Legislativo por acatar o pedido dos parlamentares em adquirir colchões, também por aceitar sua indicação em manter um abrigo sob a administração da Aleac.

“Os servidores e assessores da Aleac estão atuando como voluntários no abrigo e eu os parabenizo por isso, pois está tudo muito organizado. Fizemos uma análise detalhada sobre o que a prefeitura poderia fazer e foi observado que em fevereiro o Rio Acre atingiu a cota de 12 metros, quando o executivo municipal já precisa começar a preparar o Parque de Exposições para receber possíveis desabrigados”, disse.

O deputado criticou a prefeitura pela falta de gerência a fim de evitar maiores transtornos àqueles que têm suas casas atingidas. Disse que nenhuma das metas estabelecidas e que devem ser tomadas antes da invasão das águas, foram tomadas.

“O plano de inundações sequer foi lido ou observado. Quando o Rio Acre chega a 12 metros, a prefeitura já precisa começar a preparar o Parque de Exposições para receber possíveis atingidos, caso ocorra uma alagação. Dia 13 de fevereiro o rio bateu os 12 metros, mas o prefeito seguiu sendo omisso. Não dá para ele agora falar que foi um evento da natureza que pegou todos de surpresa, existe um plano que não foi cumprido. O que houve foi omissão e quem está pagando por isso é a população”, avaliou.

Texto: Andressa Oliveira

Fotos: Sérgio Vale

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