Edvaldo Magalhães questiona SEE sobre problemas referentes ao retorno às aulas presenciais: “Tem dinheiro, mas falta gestão”

Edvaldo Magalhães questiona SEE sobre problemas referentes ao retorno às aulas presenciais: “Tem dinheiro, mas falta gestão”

 

O deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB) disse na sessão desta quarta-feira (11), que a única escola de Ensino Médio de Jordão, que atende 300 estudantes, está sem iniciar o ano letivo por falta de professores. Ainda, segundo o parlamentar, dos 16 educadores que atendem à unidade de ensino, apenas 4 foram contratados.

“É inadmissível que após 2 anos e meio de pandemia da Covid-19, a SEE não planejou o retorno presencial das aulas. Em Jordão, por exemplo, a única escola de ensino médio está com 300 alunos sem aula. Dois anos e cinco meses e a Secretaria de Educação não consegue contratar 16 professores para iniciar o ano letivo em uma escola de Ensino Médio, a única do município. Só tem 4 professores. O governo tem concurso em vigor, contratos provisórios e não chama”, disse.

O oposicionista pediu, ainda, a imediata convocação do secretário de Estado de Educação, Cultura e Esportes, Aberson Carvalho de Souza, à Aleac para prestar esclarecimentos sobre os problemas referentes ao retorno às aulas presenciais.

“Já tem um requerimento do deputado Daniel Zen aprovado nesta Casa que pede a convocação do secretário da SEE. Então faço esse apelo aqui, hoje, para que ele possa comparecer o mais rápido possível. São várias escolas de áreas rurais e de núcleos quase urbanos que não iniciaram o ano letivo. Sem falar nos problemas relacionados à merenda etc”, disse.

Edvaldo Magalhães disse, ainda, que os problemas no setor educacional do Acre não são resolvidos por falta de gestão. “Tem dinheiro sobrando do Fundeb, tem concurso pronto, tanto para professores provisórios, quanto efetivos, e o governo não convoca. É aquela história, tem dinheiro, mas falta gestão. Tem dinheiro, mas falta competência, tem dinheiro, mas falta sensibilidade, tem dinheiro, mas falta equipe, tem dinheiro, mas falta conhecer o Acre”, disse.

Texto: Mircléia Magalhães/Agência Aleac

Revisão: Suzame Freitas

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