Cadmiel Bonfim comenta decisão de governador de estender auxílio aos servidores do Pró-Saúde

Cadmiel Bonfim comenta decisão de governador de estender auxílio aos servidores do Pró-Saúde

O deputado Sargento Cadmiel (PSDB) destacou na sessão on-line desta quarta-feira (27), a decisão do governador Gladson Cameli (Progressistas) de autorizar o pagamento de gratificação temporária para todos os servidores do Pró-Saúde que estão na linha de frente no enfrentamento à pandemia do novo coronavírus.

O benefício no valor de R$ 420,00 contemplará os 717 funcionários do Pró-Saúde que atuam nos hospitais estaduais, Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), Laboratório Central (Lacen), Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e Vigilância Sanitária estadual.

“Já tinha ficado acertado de que ele faria isso de maneira administrativa, uma vez que esses servidores não poderiam ser contemplados juntamente com os trabalhadores efetivos no projeto que aprovamos nesta casa. Vale ressaltar, que esse problema envolvendo os servidores do Pró-Saúde foi criado lá atrás, no governo da Frente Popular. Uma aberração jurídica que o governador Gladson vem tentando resolver”, disse.

O tucano respondeu ainda às queixas do deputado Jonas Lima (PT) acerca do andamento das obras de unidades de saúde em Mâncio Lima. “Estive com o secretário de Saúde Alysson e ele  informou que a empresa responsável pela obra está com o certificado atrasado e isso tem interferido no  seu andamento. O problema já está sendo resolvido. Mas só vejo o Jonas Lima reclamando que Mâncio Lima não tem dinheiro. Onde foram aplicados os mais de R$ 452 mil que a prefeitura recebeu de repasse do Ministério da Saúde? Quero que explique”, complementou.

O parlamentar disse ainda que as prefeituras do Acre têm recebido, em alguns casos, mais dinheiro do Governo Federal do que os repasses feitos ao Estado. “Pelo que o nobre deputado falou, a Prefeitura de Mâncio Lima recebeu através de repasses do governo federal e de emendas parlamentares, mais de R$ 1 milhão. Então vamos cada um fazer a sua parte, não pode ficar só esperando pela Sesacre, porque a meu ver estão cobrando tudo em cima do Estado. Assim como o governo, as prefeituras precisam fazer a sua parte”, concluiu.

Texto: Mircléia Magalhães
Revisão: Suzame Freitas
Foto: Raimundo Afonso
Agência Aleac

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