Jenilson leite cobra mais atenção da Sesacre ao serviço de Nefrologia da Fundação Hospitalar

Jenilson leite cobra mais atenção da Sesacre ao serviço de Nefrologia da Fundação Hospitalar

O vice-presidente da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), deputado Jenilson Leite (PSB), demonstrou na sessão on-line desta terça-feira (26) preocupação com o Serviço de Nefrologia da Fundação Hospitalar do Acre (Fundhacre) que, segundo ele, apresenta problemas que potencializam o contágio da Covid-19. Entre as falhas estão a falta de exaustão de ar e da recirculação de ar dos ambientes de hemodiálise.

“O serviço de Nefrologia do Estado está pedindo socorro. Em meio à pandemia, estamos concentrando esforços para combater a Covid-19 e esquecendo de outros serviços importantes, que são necessários e que estão levando nossos pacientes a óbito. O serviço de Nefrologia da Fundhacre está totalmente comprometido, tanto os pacientes quanto os profissionais de assistência estão na linha de frente do contágio do coronavírus. Algo deve ser feito imediatamente”, disse.

 O parlamentar reivindicou ainda, Equipamentos de Proteção Individual (EPI) para os profissionais que realizam o serviço de Nefrologia naquela unidade de saúde. “Há um público que vive no fio da navalha, tanto pacientes quanto o pessoal de assistência, que é altamente qualificado, cuja substituição, em caso de contaminação por Covid-19, não poderá ser feita de modo rápido. Precisamos também investir nesse setor, a capacidade de atendimento da Fundhacre nessa área já está saturada”, enfatizou.

Jenilson Leite falou ainda da audiência pública realizada ontem (25) pela Aleac com a participação de prefeitos, senadores e deputados, quando foram discutidas ações de combate à  Covid-19 na região do Juruá e Tarauacá/Envira.

“Um encontro de extrema importância e que precisa ter desdobramentos práticos. Não existe uma fórmula pronta para essa pandemia e por isso precisamos dialogar para tratar das demandas que vão surgindo, principalmente, no que diz respeito aos nossos municípios. Se não fizermos isso, vamos continuar mandando pacientes do interior para o Pronto Socorro e UTIs de Rio Branco, e sabemos que essas unidades já estão saturadas”, disse.

Texto: Mircléia Magalhães
Revisão: Suzame Freitas
Foto: Raimundo Afonso
Agência Aleac

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