Tchê apresenta emenda que assegura manutenção do emprego de servidores do Pró-Saúde

Tchê apresenta emenda que assegura manutenção do emprego de servidores do Pró-Saúde

Na sessão on-line desta quarta-feira (20), o deputado Luís Tchê (PDT) protocolou à mesa diretora da Assembleia Legislativa do Estado do Acre (Aleac) um projeto de emendas ao PL que cria o Instituto de Gestão de Saúde do Acre. (IGESAC). A proposta, segundo o parlamentar, tem o objetivo de conferir segurança jurídica aos agentes públicos que serão afetados pelo projeto de lei em questão. 

De acordo com o PL, a cessão do servidor da Sesacre para o Instituto só deve acontecer com a anuência do mesmo; permite a possibilidade da cessão do servidor do Instituto para a Sesacre.

O deputado justificou que essa é uma forma de atender alguns dos questionamentos da categoria. “É uma preocupação nossa a manutenção dos mais de mil servidores do Pró-Saúde, por isso, apresentamos essas emendas, onde a primeira garante ao servidor de carreira dos quadros da Sesacre o direito de escolher ir ou não desenvolver suas atividades no Instituto. A segunda, por sua vez, busca resolver um outro problema que os profissionais da saúde levantaram, que é quando o Instituto de Saúde não tiver gestão em um determinado município e nele existir um servidor do Pró-Saúde. Assim, a emenda garantirá que esse servidor seja mantido e cedido para trabalhar em uma unidade gerida pela Sesacre no seu município”, explicou o pedetista.

Tchê comentou ainda as declarações concedidas ontem (19) pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante entrevista à revista Carta Capital. “Já não bastassem todas as atitudes criminosas do presidente Bolsonaro contra as medidas da pandemia, agora vem o ex-presidente Lula considerar bom o vírus. Falar que o monstro vírus é algo bom para a sociedade entender que o Estado é necessário. Só sendo muito sociopata. Talvez os dias na prisão tenham sido poucos para ele refletir que o bem-estar do povo é a maior missão de um governante”, enfatizou.

O deputado defendeu ainda o impeachment do presidente da República, Jair Bolsonaro. Segundo ele, somente este artifício legislativo é capaz de salvar o Brasil da atuação danosa de Bolsonaro com relação à pandemia da Covid-19.

“É importante dar um basta nas atitudes criminosas que o presidente da República tem feito, se configurando como o pior chefe de estado do mundo. A única forma de frear esse grave problema que o País vive é o impeachment. O presidente tem feito diversas atrocidades. Nunca se comoveu com a morte de milhares de pessoas. Todos sabemos que é traumático o procedimento, porém, se não utilizarmos esse expediente estaremos sendo complacente com a censura, com o crime de responsabilidade que atenta contra nossa própria liberdade”, finalizou.

Texto: Mircléia Magalhães
Revisão: Suzame Freitas
Foto: Raimundo Afonso
Agência Aleac

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