“Projeto que cria Instituto da Saúde foi retirado graças à resistência dos servidores, uma derrota dos falcões do governo”, diz Edvaldo Magalhães

“Projeto que cria Instituto da Saúde foi retirado graças à resistência dos servidores, uma derrota dos falcões do governo”, diz Edvaldo Magalhães


Em pronunciamento na sessão desta quarta-feira (11), na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), o deputado Edvaldo Magalhães (PC do B) comemorou a retirada de pauta do projeto de autoria do Executivo que altera a Lei e renomeia o Serviço Social de Saúde do Acre (Pró-Saúde) para Instituto de Gestão de Saúde do Acre (IGESAC).

O comunista frisou que a decisão é fruto da mobilização e resistência dos servidores. “Não poderia deixar de elogiar o presidente desta casa por entender que esse projeto deveria ser retirado de pauta. Tudo isso foi graças a resistência dos trabalhadores, da importante mobilização feita por eles ontem neste poder. Uma grande vitória”, disse.

Ainda segundo o oposicionista, a proposta não tinha aprovação nem da equipe técnica da Secretária de Saúde do Estado. “Teve um membro da equipe técnica que disse assim: “Esse projeto é a cara da Mônica. O Alysson tem que ter um projeto a cara dele”. A verdade é que o projeto não fazia sequer referência a segurança dos atuais integrantes do Pró-Saúde, a proposta não convencia nem a equipe técnica da Sesacre”, enfatizou.

Para concluir, o parlamentar parabenizou os deputados governistas que se manifestaram contra a Criação do Instituto de Saúde. “Temos que bater palmas para os deputados e deputadas da base do governo que mandaram o recado dizendo que não colocariam o pescoço na forca defendendo esse projeto. Conduzir tramitação de projetos nesta casa na base do rolo compressor funciona uma, duas vezes no máximo, porque na terceira fica mais difícil. A retirada dessa matéria é uma vitória da Aleac, dos servidores e uma derrota dos falcões do governo”, pontuou.

No grande expediente, Edvaldo Magalhães comentou as eleições diretas para gestores de escolas públicas que foi realizada na última terça-feira (10) no Estado. Ele frisou que nem sempre foi assim, antes desta Lei de nº 1.201/1996 os diretores eram indicados pelos políticos e nomeados pelo governo.

“Fui o autor da primeira Lei que garantiu eleições diretas para diretor da escola através da comunidade escolar. Hoje, temos a escolha dos gestores de ensino no Acre de maneira tranquila e com a grande participação da comunidade. Uma conquista democrática da Aleac. Muitos novos diretores foram eleitos, ontem, graças a uma conquista democrática do passado”, concluiu.

Texto: Mircléia Magalhães
Revisão: Suzame Freitas
Foto: Raimundo Afonso
Agência Aleac

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