Edvaldo Magalhães comemora mudanças na Reforma Previdenciária

Edvaldo Magalhães comemora mudanças na Reforma Previdenciária

O deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB) falou durante a sessão desta terça-feira (19) que a retirada de algumas medidas que prejudicariam drasticamente os servidores, do Projeto de Lei que versa sobre a Reforma da Previdência em âmbito estadual, foi uma vitória conquistada pelos manifestantes e parlamentares que não aceitaram a proposta como ela foi enviada ao Poder Legislativo.

Após várias reuniões com sindicalistas no Poder Legislativo, o governo alterou algumas medidas na Reforma da Previdência, dentre elas, a manutenção da licença-prêmio, sexta parte e auxílio-funeral. Também não irá mais taxar aposentados que recebem acima de R$ 5.800.

“Quero comemorar hoje aqui uma vitória. Disseram ao governador algo que não era verdadeiro, que o projeto que estava vindo para a Aleac era igual ao do Governo Federal, só não contavam que não combinaram isso com os servidores públicos. Muitos nos olharam atravessados, dizendo que estávamos incentivando os manifestantes, e hoje essas pessoas chegam e dizem que graças a Deus nós não deixamos que elas cometessem o erro de votar o projeto como ele chegou aqui”, comemorou.

Edvaldo disse ainda que a base do governo na Aleac e os assessores da Casa Civil não devem ter de fato lido o texto da Reforma, uma vez que, de acordo com ele, todos se escandalizaram quando observaram a quantidade de direitos que seriam retirados dos trabalhadores. Ele também parabenizou os servidores públicos que se mobilizaram e realizaram manifestações.

“Até a base do governo se escandalizou quando sentou e leu direitinho as propostas da Reforma da Previdência. Agora de fato estamos nos debruçando sobre esse tema e dispostos a buscarmos a melhor saída possível para os trabalhadores, que no final da história devem ser os menos penalizados possível. O recuo foi fruto da mobilização dos servidores públicos e dos parlamentares que não se dobraram ao conteúdo desse projeto, que tanto prejudicaria a classe trabalhadora”, disse.

Andressa Oliveira
Foto: Raimundo Afonso
Agência Aleac

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