Deputado Edvaldo Magalhães defende debate com servidores públicos antes de votação de PEC

Deputado Edvaldo Magalhães defende debate com servidores públicos antes de votação de PEC


Durante sessão realizada nesta terça-feira (05) o deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB) se posicionou acerca da chegada de Projetos de Lei que foram enviados pelo Executivo para a Assembleia Legislativa do Acre (Aleac). O parlamentar destacou o PL que aborda sobre a Previdência dos servidores públicos, e informou que o mesmo não pode ir à votação sem antes haver um amplo debate com a classe trabalhadora.

“A leitura do pequeno expediente de hoje trouxe pelo menos umas 10 mensagens governamentais que ainda não houve tempo para a tomada de conhecimento, mas sabemos que é o pacote de novembro. Em meio a tudo isso tem o pacote da Previdência que afeta diretamente os servidores públicos. O que me espanta é um PL dessa magnitude não ter sido discutido com os sindicatos”, pontuou.

Edvaldo se mostrou bastante preocupado, especialmente, com o pacote da Previdência, que inclui a Previdência Complementar Privada e a Previdência dos Servidores Públicos. Ele alegou que até o momento da sessão os parlamentares sequer receberam cópias dos documentos, e também que o governo os enviou sem dar nenhum tempo hábil para que os mesmos fossem discutidos.

“Faço um apelo ao presidente desta Casa, Nicolau Júnior, para que todo e qualquer tema enviado pelo governo ao Poder Legislativo seja amplamente dialogado antes de votações. Não se pode atropelar as coisas. Nós estamos dispostos a conversar, mas a categoria de trabalhadores precisa ser ouvida, pois são as vidas desses 40 mil trabalhadores que serão diretamente afetadas com a aprovação desse PL”, disse.

Sobre as mudanças que estão sendo promovidas pelo governo na gestão da Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre), Edvaldo disse torcer para que dessa vez o chefe do Executivo coloque alguém que de fato esteja disposto a trabalhar para mudar a atual situação. De acordo com ele, a ex-secretária Mônica Feres ficou 150 dias respondendo pela pasta, e destes, 49 fora do Estado.

“Governador Gladson Cameli, pare e pense, tenha tempo para escolher direitinho o novo secretário de Saúde do Acre. Não se apresse! Coloque alguém de fato comprometido com melhorias na área. Não use do experimento numa área tão sensível como a saúde, porque a importação da doutora Mônica foi um desastre completo. 150 dias no comando da Sesacre e destes, 49 em Brasília, talvez resolvendo problemas pessoais, pois não se via uma foto sequer dela despachando no Ministério da Saúde”, criticou.

Texto: Andressa Oliveira
Revisão: Suzame Freitas
Foto: Raimundo Afonso
Agência Aleac

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