Maria Antônia pede criação de Centro Multidisciplinar para Autistas em Brasiléia

Maria Antônia pede criação de Centro Multidisciplinar para Autistas em Brasiléia


A deputada Maria Antônia (PROS) apresentou na sessão desta terça-feira (5) uma indicação pedindo que o governo do Estado viabilize a criação de um Centro Multidisciplinar para Autistas no município de Brasiléia. A parlamentar relatou que os municípios de Brasileia e Epitaciolândia têm em média 90 crianças com idade escolar, da educação infantil ao fundamental, que apresentam necessidades de acompanhamento e tratamento multidisciplinar.

“Há uma média de 33 crianças que as mães precisam trazê-las para Rio Branco, 3 vezes por semana, para que possam ter êxito em seus tratamentos e acompanhamentos. O problema é que a maioria desiste devido não ter condições financeiras para se deslocar até a capital. É inviável, por conta da escola das crianças, bem como o trabalho das mães, pois a maior parte é de servidoras públicas”, relatou.

Ainda segundo a deputada, a criação do referido Centro trará resultados positivos para beneficiar as crianças da região que precisam desse tratamento. A proposta é que o Centro Multidisciplinar seja criado dentro da estrutura do novo Hospital Regional Wildy Viana, em Brasiléia.

“A ideia é que o Centro para Autistas seja instalado dentro do novo hospital regional de Brasiléia, já que lá tem o espaço adequado para ofertar atendimento pelos profissionais da área. Tenho certeza que esse centro trará grandes resultados às crianças que necessitam de um atendimento especial bem como dará mais qualidade de vida aos familiares que sofrem com os seus filhos que precisam de cuidados dobrados”, complementou.

Maria Antônia apresentou ainda ofício endereçado à Secretaria de Estado de Saúde relatando a denúncia feita por servidores do Hospital Regional Wildy Viana, em Brasileia, de que o mesmo não dispõe do atendimento básico por falta de material.

“A referida denúncia foi constatada pela minha assessoria no último final de semana. Pacientes que procuraram atendimento tiveram que comprar seringas, agulhas, luvas e outros itens básicos, tendo em vista o descaso com a gestão daquela unidade de saúde, onde deixam faltar materiais de valores irrisórios, causando um transtorno muito grande ao povo que necessita de atendimento na unidade hospitalar. Diante desses fatos gravíssimos, peço que o responsável pela pasta de Saúde resolva esses problemas. Espero que se tenha o mínimo de respeito com os pacientes que são contribuintes e que merecem a devida atenção por parte do poder público”, disse.

Texto: Mircléia Magalhães
Revisão: Suzame Freitas
Foto: Raimundo Afonso
Agência Aleac

Sobre agencia agencia

WP2Social Auto Publish Powered By : XYZScripts.com
Facebook