Deputado Jenilson Leite diz que sofreu agressões físicas e verbais de secretário adjunto de Saúde

Deputado Jenilson Leite diz que sofreu agressões físicas e verbais de secretário adjunto de Saúde


O deputado Jenilson Leite (PCdoB) se pronunciou durante sessão desta terça-feira (10) sobre a manifestação realizada pelos servidores da Saúde no prédio da Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre). Durante o ato o parlamentar teria sido agredido pelo secretário adjunto Jorge Rezende.

Jenilson relatou que ao adentrar o prédio da Sesacre junto com os grevistas, pediu que o grupo fosse recebido pela secretária Mônica Feres, mas foi informado de que o coronel do Exército Brasileiro, Jorge Rezende, estava no térreo e poderia conversar com eles. Foi então que ao tentar falar com o mesmo, teria sido ofendido.

“Vivenciei, hoje, cenas que jamais em toda minha vida política havia presenciado. Acompanhei os servidores para que eles fossem recebidos, foi um movimento de reivindicação do que foi prometido a eles. Tentei falar com a secretária e soube que esse secretário adjunto estava em nosso meio, quando fui falar com ele, fui ofendido com palavras de baixo calão”, disse.

O comunista seguiu falando sobre o momento de tensão pelo qual ele e os grevistas passaram. De acordo com Jenilson, o coronel afirmou que não receberia vagabundos, em seguida apontou o dedo em sua face, foi quando ele retrucou e o secretário adjunto deu voz de prisão, fato repetido por ele, uma vez que um parlamentar também tem autoridade para tal ato.

“Ele disse claramente que não receberia vagabundos. Provavelmente estava armado, foi quando apontou o dedo para mim e passou a me agredir com palavras de baixo calão e em seguida chamou a polícia para me prender, quando eu fiz o mesmo e também dei voz de prisão a ele. Vi há pouco que minha camisa está suja de sangue, nem sei se meu ou de alguém. Nunca fui tão desrespeitado em toda minha vida”, lamentou.

Jenilson disse que decidiu contar todo o ocorrido para pedir que os parlamentares se unam e que providências sejam tomadas. Ele alega que todos os limites foram ultrapassados e que uma pessoa não pode vir de outro estado ocupar uma pasta tão importante para chamar e ofender os trabalhadores acreanos dessa forma. O parlamentar recebeu a solidariedade dos colegas.

Texto: Andressa Oliveira
Revisão: Suzame Freitas
Foto: Raimundo Afonso
Agência Aleac

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