Jenilson Leite rebate declaração de diretor do IMAC “Em momento algum questionei a atuação do órgão”

Jenilson Leite rebate declaração de diretor do IMAC “Em momento algum questionei a atuação do órgão”


Em pronunciamento na sessão desta quinta-feira (5) o vice-presidente da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), deputado Jenilson Leite (PSB), rebateu a declaração do diretor-presidente do Instituto de Meio Ambiente do Acre (IMAC), André Hassem, referente ao seu discurso sobre as queimadas feito no início da semana.

O parlamentar voltou a afirmar que a declaração do governador Gladson Cameli (PP) de que os produtores não deveriam pagar multas os incentivou a realizarem queimadas e agora os pequenos agricultores estão recebendo multas de até 45 mil reais. Ele frisou ainda que em nenhum momento questionou a atuação do IMAC.

“Apenas falei sobre o posicionamento do governador que autorizou as pessoas a derrubarem as florestas dizendo que ia dar enxada e terçado para os produtores, afirmando que quem manda agora é ele. Agora, vem o diretor do IMAC dando uma declaração como se eu estivesse questionando a ação do órgão. Eu, inclusive, o parabenizo por ter a coragem de fazer o que diz a lei, porque foi o discurso do seu governador que fez muitas pessoas receberem as multas”, enfatizou.

Sobre as comemorações do dia 7 de setembro, data em que se celebra a Independência do Brasil, Jenilson Leite disse que os brasileiros não têm muito o que comemorar. Ele fez duras críticas ao presidente Jair Bolsonaro (PSL) afirmando que o mesmo não tem nenhum projeto de desenvolvimento nacional e ainda desestruturou a indústria brasileira.

“As ações de Bolsonaro desde que ele assumiu a presidência são graves demais. A maneira errada como ele age tem refletido de forma negativa na política nacional, nas relações internacionais, na política econômica e no dia a dia do povo brasileiro. Ele acabou com as nossas universidades, destruiu o Programa Mais Médico, brigou com mais de onze países e, como se não bastasse, ainda está ofendendo lideranças e líderes mundiais. É um presidente que está abraçado com o ódio”, disse.

Para concluir, o deputado falou que o presidente da república está levando o Brasil para a condição de Neocolônia. “É sobre tudo isso que está acontecendo que precisamos refletir no dia 7 de setembro. Estou falando do rumo que o comandante da política brasileira, o capitão do ódio, está levando o nosso país. Precisamos de um chefe com diplomacia, com liderança de governo, que respeite as pessoas. O presidente está levando o nosso país para a condição de Neocolônia”, finalizou.

Texto: Mircléia Magalhães
Revisão: Suzame Freitas
Foto: Raimundo Afonso
Agência Aleac

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