Wagner Felipe apresenta PL que inclui como tema transversal a “Conscientização do Uso e Abuso de Drogas Lícitas e Ilícitas”, no currículo das escolas

Wagner Felipe apresenta PL que inclui como tema transversal a “Conscientização do Uso e Abuso de Drogas Lícitas e Ilícitas”, no currículo das escolas


O deputado Wagner Felipe (PL) apresentou na sessão desta quinta-feira (5) um Projeto de Lei que dispõe sobre a inclusão como tema transversal a “Conscientização do Uso e Abuso de Drogas Lícitas e Ilícitas”, no currículo de estabelecimentos de ensino fundamental e médio das escolas da rede pública e privada do Estado do Acre.

O parlamentar destacou a importância do PL salientando que o Estado do Acre faz fronteira com países com alta produção de drogas, inclusive, algumas com ação altamente devastadora. “Não podemos esquecer também do elevado número de famílias que enfrentam ou já enfrentaram problemas provocados pelo uso de drogas, tanto lícitas como ilícitas e do desconhecimento aos riscos reais que estas drogas podem provocar ao indivíduo”, frisou.

Ainda segundo o deputado, o projeto tem como objetivo conscientizar as crianças, através da educação, do perigo que as drogas oferecem. “Com isso, podemos amenizar essa realidade, conscientizando nossas crianças, através da educação, do perigo devastador que as drogas podem causar às pessoas, tanto do ponto de vista da saúde quanto social. Reitero o meu compromisso com a população e afirmo que estamos nesta casa para ao povo servir”, complementou.

Wagner Felipe apresentou ainda uma indicação ao governo do Estado solicitando o retorno do atendimento médico especializado às crianças com deficiências no município de Manoel Urbano. O parlamentar explicou que a indicação tem como objetivo atender à reivindicação das famílias daquela cidade.

“São crianças com deficiências e necessitam de atendimento médico especializado periódico, com as seguintes especialidades: neuropediatria e psiquiatria, além de psicólogo e fisioterapeuta. Lembrando que essas crianças recebiam esse tipo de atendimento, trimestralmente, até o ano de 2018. Eram prescritos os medicamentos adequados e realizado o acompanhamento necessário aos pacientes e, com a interrupção do atendimento, essas famílias têm enfrentado alguns transtornos, inclusive, com piora clínica destas crianças”, finalizou.

Texto: Mircléia Magalhães
Revisão: Suzame Freitas
Foto: Raimundo Afonso
Agência Aleac

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