“A secretária fala? ” Indaga deputado Fagner Calegário sobre Mônica Feres

“A secretária fala? ” Indaga deputado Fagner Calegário sobre Mônica Feres


Durante sessão realizada nesta quarta-feira (21) o deputado Fagner Calegário (sem partido) criticou a postura da secretária de Saúde do Estado, Mônica Feres. O parlamentar afirmou que nunca ouviu a voz da gestora e pediu à Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) que a convide para prestar esclarecimentos aos deputados.

“A secretária fala? Não sei qual é o timbre da voz dela, mas caca ela faz muita no cargo em que ocupa. Até quando esse parlamento vai se calar? Está tudo normal? Esse Poder vai se esconder, ser inoperante frente à população que acreditou em nós e nos colocou aqui? Peço a convocação da secretária aqui, urgentemente, precisamos saber o que se passa na cabeça dos gestores da Saúde”, solicitou.

Calegário também criticou a vinda de um coronel de Brasília para assumir o cargo da presidência na Fundação Hospital Estadual do Acre (Fundhacre), no lugar do médico Lúcio Mauro Brasil, exonerado na manhã de hoje. Ele afirmou que a Saúde no Acre está parecendo a Cruz Vermelha, no entanto, as pessoas morrem nos corredores.

“Com todo respeito e admiração que tenho às Forças Armadas, mas nossa Saúde está parecendo a Cruz Vermelha. Agora temos um coronel à frente da Fundhacre, mas as pessoas continuam morrendo nos corredores. Queria saber se o deputado José Bestene andou usando a camisa do Vasco, porque todo o time dele está caindo. Hoje logo cedo foi o Lúcio Brasil”, disse.

Calegário afirmou que está fazendo um balanço com todos os números dos atendimentos que deixaram de ser feitos, as cirurgias que não foram realizadas e até mesmo o índice de mortes ocorridas após a secretária Mônica Feres assumir a pasta da Saúde. Ele alega que a gestora tem tomado decisões unilaterais e impensadas que têm ocasionado inúmeros problemas na área.

O parlamentar finalizou seu discurso apresentando um Projeto de Lei para a implantação de um plano de acolhimento às famílias das vítimas de mortes violentas. O programa servirá para acolher os familiares prestando alguns atendimentos e acompanhamento.  O atendimento já iniciará no Instituto Médico Legal (IML).

Texto: Andressa Oliveira
Revisão: Suzame Freitas
Foto: Raimundo Afonso
Agência Aleac

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