Reforma administrativa do governo é aprovada na Aleac

Reforma administrativa do governo é aprovada na Aleac

Reforma administrativa do governo Gladson Cameli é aprovada na Aleac

Após ser discutida em uma Comissão Conjunta, formada por membros das Comissões de Orçamento e Finanças (COF), e Constituição e Justiça (CCJ), da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), a Reforma Administrativa do governo Gladson Cameli (PP) foi aprovada em plenário por 23 votos, durante sessão extraordinária realizada na tarde desta terça-feira (21).

Antes da votação, o presidente do Poder Legislativo, deputado Nicolau Júnior (PP) suspendeu a sessão para que o documento pudesse ser devidamente analisado e discutido pelos parlamentares. Após o grande expediente, os deputados estaduais se reuniram com técnicos da Casa Civil e com representantes da Procuradoria Geral do Estado (PGE) e puderam tirar todas as dúvidas acerca da reforma.

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“Dedicamos parte da sessão desta terça-feira para a discussão da Reforma Administrativa. A vinda dos técnicos da Casa Civil facilitou demais o andamento do debate acerca do documento, os deputados puderam tirar todas as dúvidas e esclarecer algumas questões que ainda estavam sob análise. Recebemos ainda, todas as categorias que procuraram esta Casa no dia de hoje, me reuni com policiais civis, com servidores da Emater e da Educação. Todos foram ouvidos”, frisou o presidente.

Um dos pontos da Reforma mais questionados pela oposição, foi com relação ao artigo 43 que trata da criação de 450 novos cargos em comissão, as chamadas CECs. O artigo foi votado em destaque a pedido do deputado Roberto Duarte (MDB).  Com isso, os oito deputados, Roberto Duarte (MDB), Edvaldo Magalhães (PC do B), Jenilson Leite (PC do B), Fagner Calegário (PV) Daniel Zen (PT), Jonas Lima (PT), Meire Serafim (MDB) e Maria Antônia (PROS) votaram contra o item, mas foram vencidos pela maioria da base governista que deteve 15 votos à proposta.

Ao defender e votar favorável à Reforma Administrativa, o líder do governo, deputado Luis Tchê (PDT) frisou que o gasto com cargos comissionados tem sido inferior a gestão passada. “Não é verdade que aumentou o número de cargos. Nos governos passados, o gasto com comissionados era superior a R$ 17 milhões, enquanto com a reforma aprovada, o valor chega a R$ 10 milhões. Antes, os cargos se somavam a 4.750, hoje nós estamos aprovando 1.450”, destacou.

Mircléia Magalhães
Agência Aleac

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