Roberto Duarte questiona manobras para sabotar CPI da Energisa

Roberto Duarte questiona manobras para sabotar CPI da Energisa

Na sessão desta quarta-feira (17), o deputado Roberto Duarte (MDB) fez críticas aos parlamentares que se posicionaram contrários a instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Energisa. Ainda de acordo com ele, os deputados governistas apresentaram outros pedidos de CPI’s com o objetivo de “desarticular” a CPI que irá investigar possíveis irregularidades na conta de energia no Estado.

“Vemos aqui uma enxurrada de pedidos de CPI’s da base do governador Gladson Cameli com o intuito único de barrar a CPI da Energisa, isso é ridículo para um governo que está no comando há apenas 3 meses e que está perdido. Sua base não teve a coragem de se fazer presente nesta Casa no dia de hoje. Isso é vergonhoso”, disse.

O emedebista questionou ainda a forma como os novos requerimentos de pedidos de CPI’s foram recebidos pela mesa diretora da Aleac. “Estou vendo um desses pedidos, datado do dia 16, mas não vejo o carimbo desta Casa, não tem o recebimento da Mesa. Essa é mais uma manobra para abortar a CPI da Energisa. Cadê os deputados que pediram essas CPI’s, porque eles não estão aqui? O deputado Luiz Tchê, que é autor de um desses pedidos, não trouxe sequer o documento para eu assinar, se tivesse falado comigo eu teria assinado”, frisou.

No grande expediente, Duarte falou das manobras que, segundo ele, foram feitas pelo governo para barrar a CPI. “Esse governo que está sangrando vai sangrar ainda mais, pois vamos investigar a fundo para descobrir o que está errado. Vamos ter que esclarecer muitas coisas. A mesa diretora desta Casa atuou de forma diferente do Executivo protocolando, hoje, essa CPI”, enfatizou.

Em resposta ao discurso do deputado Luis Tchê (PDT), Roberto Duarte esclareceu. “Ontem, o deputado Tchê falou do caso da Telexfree, sobre a caixa preta do transporte público e também de uma suposta candidatura minha à prefeitura. Ele só não citou o meu nome por falta de coragem. Só quero lembrar que em 2014, quando ele comandava a CPI da Telefonia, ele afirmou que iria propor a CPI da Eletroacre, e hoje ele se coloca contrário a CPI da Energisa, porque será? Não dá para entender. Só quero deixar claro, que eu não vou aceitar que se traga essa discussão para o campo pessoal. Isso eu não vou admitir. Não vou permitir que a discussão fuja do campo do parlamento”, disse Roberto.

Mircléia Magalhães
Agência Aleac

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