“O governador está fazendo um confronto desnecessário com o Legislativo”, diz Daniel Zen

“O governador está fazendo um confronto desnecessário com o Legislativo”, diz Daniel Zen

O deputado Daniel Zen (PT) disse na sessão desta terça-feira (9) que a “não aprovação” do nome de Mayara Cristine para a presidência da Agência Reguladora dos Serviços Públicos do Acre (Ageac) não pode ser interpretada como “boicote” pelo governador Gladson Cameli (PP). O parlamentar frisou que a nomeação de Mayara era um ato ilegal e não poderia ter o aval do Legislativo.

“Parece que o governador entrou numa sintonia errada de querer fazer o confronto com o legislativo sem nenhuma necessidade. Nós rejeitamos a nomeação da Mayara não apenas para arengar, encrencar e tampouco boicotar. O nosso papel nesta Casa é apontar as falhas e corrigir os erros, nós não podemos nos omitir. A decisão deste plenário é soberana e uma vez decidida ela deve ser acatada”, frisou o deputado.

Para o oposicionista, o confronto entre os poderes instituídos é desnecessário. “Ao rejeitar o nome de Mayara nós não descumprimos nenhuma lei, pelo contrário, foi o Executivo que errou e pelo visto está insistindo no erro. Com isso, o governador comete crime de responsabilidade o que não pode acontecer. Seu governador dê um puxão de orelha na sua equipe jurídica, ela está deixando-o de calça curta. Não entre em rota de colisão com o parlamento, é um conselho que eu dou ao Senhor”, finalizou.

Mircléia Magalhães
Agência Aleac

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