Deputado Jenilson Leite demonstra preocupação com possível demissão de servidores da Eletroacre

Deputado Jenilson Leite demonstra preocupação com possível demissão de servidores da Eletroacre

Na sessão desta quarta-feira (5) o deputado Jenilson Leite (PCdoB) voltou a demonstrar preocupação com os servidores da Companhia de Eletricidade do Acre (Eletroacre) que estão prestes a ser demitidos devido a privatização da empresa. O parlamentar também falou sobre a Comissão Especial que foi instalada na Aleac, com objetivo de analisar a Proposta de Emenda Constitucional nº 01/2018 (PEC). O documento prevê o reaproveitamento de funcionários de empresas que tenham sido vendidas para a iniciativa privada na administração pública estadual.

“Quero falar a respeito do andamento dos trabalhos da comissão especial que foi criada ontem nesta casa, com o objetivo de encontrar alternativas para a possível demissão dos servidores da Eletroacre. Queremos assegurar o direito dos 50 pais de famílias que estão prestes a ficar desempregados, é lamentável que a Eletroacre tenha sido vendida por apenas R$ 50 mil e é mais lamentável ainda a demissão desses servidores”, pontuou.

O deputado classificou a possível demissão dos servidores como ‘desrespeito’. Segundo ele, a demissão fere totalmente os direitos dos trabalhadores.
“O que essa privatização vai ocasionar fere totalmente os direitos desses trabalhadores. Mas, infelizmente, isso faz parte de uma política neoliberal, onde o compromisso maior do governo é com o mercado. Vale ressaltar, que faremos tudo que estiver ao nosso alcance para garantir que os direitos desses pais de família sejam respeitados. Ontem formalizamos a comissão da qual eu sou presidente e hoje voltaremos a nos reunir para falar sobre as tratativas”, explicou.

Para concluir, Jenilson Leite falou da reunião que participou na noite de ontem (4), a convite do Sindicato dos Médicos do Acre, com o novo secretário de Saúde do Estado, Alysson Bestene. “Na ocasião, foi discutido o fim dos contratos provisórios dos médicos que atendem no interior. O novo secretário terá que encontrar uma saída para este problema, uma das alternativas será a abertura de um concurso público, mas isso é o próprio governador eleito que terá que anunciar se fará ou não. Enquanto isso, os contratos dos médicos que atendem no interior serão renovados por mais três meses”, disse.

Mircléia Magalhães
Agência Aleac

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