Deputada Eliane Sinhasique pede suspensão de vacinação contra HPV

Deputada Eliane Sinhasique pede suspensão de vacinação contra HPV

A líder do MDB na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), deputada Eliane Sinhasique, pediu a suspensão da vacina contra HPV. A parlamentar alega que 15 meninas que foram vacinadas estão apresentando convulsões e que as sequelas podem ser irreversíveis.

Eliane Sinhasique fez um alerta para os vários casos onde tanto meninas quanto meninos que têm sido vacinados contra HPV estão ficando com vários tipos de sequelas, principalmente no sistema nervoso. Nos meninos, as reações têm surgido em forma de pequenos nódulos espalhados pelo corpo.

“Recentemente um grupo de mães fez um manifesto em repúdio à vacina que tem causado diversos transtornos e sequelas nas meninas que a tomaram. Quinze meninas já apresentaram convulsões, os meninos apresentaram caroços nas juntas. Quero pedir que se suspenda a aplicação dessa vacina até que se chegue a conclusão dos males que ela pode causar. Algumas pessoas estão ficando com sequelas severas e irreversíveis”, alertou.

A deputada afirma que já entrou em contato com a gerente de fiscalização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária no Estado (Anvisa), solicitando mais informações acerca do lote de vacinas que está sendo distribuído no Acre, e foi informada de que quatro empresas fabricam o medicamento. Entretanto, os lotes de Cervarix fabricados pela empresa GKS são os que apresentam maior incidência de reações.

“Tomando conhecimento dessas sequelas, entramos em contato com a gerente de fiscalização da Anvisa e nos foi informado que já registraram quatro tipos de vacinas. Porém, um lote é o que mais tem apresentado problemas, que é o Cervarix da GKS. Por não sabermos se é essa a empresa que abastece o nosso Estado, solicitamos a suspensão da vacinação até que se tenha total segurança de que mais meninos e meninas não terão esse tipo de reação”, argumentou.

A oposicionista finalizou seu discurso afirmando que como mãe não vai vacinar seu filho de 12 anos até que se comprove a eficácia e segurança da vacina e ela tenha certeza de que ele não terá problemas de saúde devido a imunização. Ela pediu que as mães em todo o Estado façam o mesmo.

Andressa Oliveira
Agência Aleac

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