Deputada Eliane Sinhasique denuncia incêndio em aterro de resíduos da capital

Deputada Eliane Sinhasique denuncia incêndio em aterro de resíduos da capital

Na sessão desta terça-feira (31) a deputada Eliane Sinhasique (MDB) falou sobre o incêndio que, de acordo com ela, já dura cinco dias no aterro de resíduos inertes da prefeitura, que fica na estrada Transacreana. A oposicionista, que foi ao local verificar de perto a situação, frisou que o combate ao fogo é difícil, pois o incêndio começa dentro dos entulhos e vai se espalhando.

“Isso é um absurdo minha gente. A fumaça das queimadas que já castigava Rio Branco agora dobrou, a cidade está tomada com a nuvem escura da fumaça tóxica do aterro. Fui lá hoje pela manhã verificar a situação e me deparei com apenas um caminhão-pipa tentando apagar o fogo, fiquei mais preocupada ainda”, disse.

A emedebista chamou a atenção da prefeita de Rio Branco, Socorro Neri (PSB), afirmando que é necessário a intervenção urgente do Corpo de Bombeiros. “Somente um caminhão-pipa não dá conta de apagar o fogo, que só se alastra entre os entulhos. É necessário a intervenção imediata do Corpo de Bombeiros. Estamos falando de saúde pública gente, crianças, idosos e mulheres estão doentes porque não conseguem respirar”, salientou.

No Grande Expediente, Eliane Sinhasique retornou à tribuna para falar sobre o evento do programa Mulheres Transformadoras, uma iniciativa do MDB Mulher Nacional, realizado por ela em Rio Branco. A parlamentar destacou a importância dos encontros promovidos em todo o país, que trabalham o empoderamento das mulheres e as convocam para o engajamento político.

“Através do programa realizei algumas reuniões em bairros da capital, e de municípios como Bujari, Senador Guiomard e Porto Acre, onde colhi propostas de cursos profissionalizantes para mulheres que não tiveram a oportunidade de estudar e exercer uma profissão. Depois de ouvir várias mulheres, consegui finalizar a carta de propostas que será entregue a todos os candidatos ao governo. Entendemos que as atuais políticas públicas para mulheres são ineficientes, acredito que os candidatos a governar o Estado poderão elaborar políticas públicas que ajudem essas mulheres a ter acesso ao mercado de trabalho”, disse.

Eliane Sinhasique frisou ainda que a maioria das mulheres está desestimulada e triste com a política. “A maioria delas ainda não decidiu em quem vai votar, até porque essas mulheres estão muito desestimuladas, chateadas mesmo com as promessas que ouvem a cada dois anos nas eleições municipais e estaduais. A verdade é que nada muda na vida dessas mulheres, elas continuam invisíveis aos olhos do poder público. A maioria delas não concluiu nem o primeiro grau, mal sabem assinar o próprio nome. Isso tem que mudar. Os novos gestores precisam realizar ações que amparem essas mulheres”, finalizou.

Mircléia Magalhães
Agência Aleac

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