Deputado Raimundinho da Saúde demonstra preocupação com escolha de Oscip que irá gerir hospitais

Deputado Raimundinho da Saúde demonstra preocupação com escolha de Oscip que irá gerir hospitais

O deputado Raimundinho da Saúde (Podemos), falou durante a sessão desta terça-feira (20) sobre a reunião que participou com servidores do Pró-Saúde no Conselho Regional de Enfermagem do Acre (Coren). O parlamentar demonstrou preocupação com o processo de escolha da Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip), que irá gerenciar os hospitais da capital.

Raimundinho afirmou que os servidores ameaçados de demissão ainda não desistiram da efetivação de seus cargos junto à Secretaria Estadual de Saúde (Sesacre). Reiterou também que os advogados que defendem a causa dos trabalhadores já estão preparados e que o veto do governo ao PL que regulariza a classe, que deverá ser derrubado pelos parlamentares.

“Estamos com os advogados preparados para um enfrentamento na Justiça, pleiteando o que o próprio Tribunal já entendeu o último 13 de dezembro, que o Pró-Saúde pertence ao governo do Estado. Sobre a escolha da Oscip, precisamos de mais clareza nos fatos. É necessário saber se essa é uma medida que vai de fato trazer algum resultado, pois o que tem acontecido são gestores prometendo emprego na organização em troca de votos, ou seja, um curral eleitoral”, denunciou.

O parlamentar falou ainda sobre as dificuldades que a Fundação do Bem-Estar Social (Funbesa), Dom Bosco e a Oficina Ortopédica do Estado estão enfrentando para manter o atendimento à população. Ele disse que seu gabinete, junto ao Conselho da Pessoa com Deficiência, irá fazer uma campanha para arrecadar fundos que serão utilizados na compra de cadeiras de rodas e aparelhos locomotores.

“Ao longo dos anos, o trabalho desenvolvido por essas instituições tem sido tolhido, e quem não tem condições de pagar por uma cadeira de roda ou prótese está sofrendo à mingua. Nós, em parceria ao Conselho da Pessoa com Deficiência, vamos fazer uma campanha para arrecadar recursos para a compra de cadeiras de rodas e aparelhos locomotores. Está ficando insuportável ver todo dia na mídia idosos cadeirantes implorando por ajuda e há mais de três anos o governo não compra nenhuma cadeira de roda”, concluiu.

Andressa Oliveira
Agência Aleac

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