Deputado Gehlen Diniz diz que representação do PT ao Ministério Público Eleitoral não tem fundamento jurídico

Deputado Gehlen Diniz diz que representação do PT ao Ministério Público Eleitoral não tem fundamento jurídico

O deputado Gehlen Diniz (PP) disse em pronunciamento na sessão desta quarta-feira (7) que a representação apresentada pelo Partido dos Trabalhadores junto ao Ministério Público Eleitoral não tem fundamento jurídico. No pedido, o PT pede apuração das declarações de Márcio Bittar (MDB) em que acusa o senador Sérgio Petecão de uso de recursos financeiros fora dos padrões previsto pela legislação eleitoral nas eleições de 2010.

O deputado progressista afirmou que o discurso do deputado Zen tem como objetivo desviar o foco da crise vivenciada pela Segurança Pública. “O mesmo apresentou uma representação cobrando uma ação do MPE. Eu recebia com naturalidade de qualquer um que fizesse essa representação, menos do líder do governo. Ele sabe que não tem fundamento jurídico para instalar uma ação. Talvez ele não tenha feito bem a faculdade. Eu só entendo isso aí como desviar o foco dos problemas reais. Queimaram a Papudinha, mataram mais uma pessoa em Cruzeiro do Sul. As pessoas perderam a capacidade de se indignar. Isso é um problema do governo do PT ou será que isso é culpa da oposição”, pontua Gehlen Diniz.

Ao falar do pré-candidato ao governo do Estado, Gladson Cameli, o deputado Gehlen Diniz afirmou que este é Ficha Limpa. “O nosso candidato ao governo é Ficha Limpa, não pega carona no carro da Polícia Federal. O candidato de vocês nem sabe se vai ser candidato. Nobre deputado, mais seriedade! O senhor trouxe essa representação como algo catastrófico. Isso não é nada. Qualquer um que for candidato ao governo tem que se planejar. Não tem crime aí”, argumentou.

Ao finalizar o discurso, Gehlen Diniz argumentou que os aprovados no concurso da Saúde ainda aguardam convocação, pois apenas os profissionais médicos foram contratados. “Dia 10 vence o prazo para a convocação dos servidores da Sesacre. Expirou o prazo não pode mais convocar ninguém. Farmacêuticos, psicólogos, assistentes sociais não foram convocados. Se o governo precisa e está pagando o serviço provisório então tem direito líquido e certo. Segurança e Saúde é para o que temos que apresentar soluções. Eu tento fazer a minha parte”, frisa.

José Pinheiro
Agência Aleac

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