Deputada Eliane Sinhasique diz que governo não pagou empresa que faz a limpeza do Hospital Raimundo Chaar

Deputada Eliane Sinhasique diz que governo não pagou empresa que faz a limpeza do Hospital Raimundo Chaar

Falando a respeito de saúde pública na sessão desta terça-feira (5), a deputada Eliane Sinhasique (PMDB) comentou a situação dos trabalhadores terceirizados que atuam no Hospital Raimundo Chaar, em Brasileia. Eliane Sinhasique disse que eles estão há três meses sem receber seus salários por falta de repasses do governo do Estado à empresa responsável.

“Vendo aqui toda a movimentação desses trabalhadores da Saúde contra a terceirização eu posso dizer a vocês que têm toda razão. A situação para quem trabalha para empresa terceirizada é precária. As pessoas que fazem a limpeza do Hospital Raimundo Chaar estão há três meses sem receber. Como se não bastasse os problemas apresentados pelo hospital, a falta da limpeza está colocando em risco a saúde dos profissionais e dos pacientes que ali estão internados”, disse a deputada.

Eliane Sinhasique acrescentou que procurou informações junto a empresa responsável pela limpeza da unidade e foi repassado que o governo do Estado está em débito, ou seja, não paga o acordado em contrato com a empresa.

“A gente fica vendo e recebendo a reclamação dessas pessoas. Nós sabemos que têm muitas empresas terceirizadas que embolsam o dinheiro e não repassam aos funcionários e o Estado tem que pagar duas vezes. É uma situação preocupante, extremamente preocupante não só desses servidores do Raimundo Chaar, como também é o caso do Pró-Saúde. Fizeram uma lambança sem tamanho. Querem agora fazer a terceirização do Huerb através de uma Oscip que nem aqui existe. O fato é que o governo do Estado não está pagando os fornecedores”, disse a peemedebista.

Finalizando, Eliane Sinhasique destacou que “nem acionando a Justiça os pacientes estão conseguindo obter os materiais para fazer a cirurgia. Que saúde é essa que o governador Tião Viana está oferecendo à população? É cortes de plantões, cortes de profissionais, cortes de materiais cirúrgicos. Nós que somos os porta-vozes da população somos cobrados a tomar um posicionamento. Nós dizemos o que é preciso ser feito, mas o governo trata com descaso, trata com desdém. Sentam em cima do documento que enviamos, fazem de conta que não existe nada. E a sensação de impotência é muito grande, porque não podemos obrigá-lo nem por força de lei para ele fazer aquilo que ele deveria fazer”, diz Eliane Sinhasique.

José Pinheiro
Agência Aleac

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