Deputado Daniel Zen destaca desemprego crescente no país e cortes do governo Temer

Deputado Daniel Zen destaca desemprego crescente no país e cortes do governo Temer

O líder do governo na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), deputado Daniel Zen (PT), comentou o índice de desemprego crescente no Brasil registrado no governo Temer. São mais de 13 milhões de desempregados. Daniel Zen disse que apesar da pequena recuperação econômica, não houve repasse, geração de emprego e distribuição de renda.

“Hoje o percentual ultrapassou a casa dos R$ 13 milhões de desempregados. Do que adianta a inflação sob controle, taxa de juros mais baixas, câmbio estável se isso não se transforma em geração de emprego, distribuição de renda e redução da desigualdade? Vivemos o mesmo período do governo FHC. As coisas pioraram e pioraram demais. O país pode ter crescido um pouquinho, mas isso não se refletiu na distribuição de renda. Os ricos voltaram a ficar mais ricos e os pobres mais pobres depois da ascensão do presidente Temer. Nos governos Lula e Dilma foi o inverso. Vimos a redução da desigualdade, a geração de emprego e renda”, disse o parlamentar ao comparar os governos do PT com os governos de Fernando Henrique Cardoso e Temer.

Daniel Zen falou também sobre o reajuste no salário mínimo. Disse que os ganhos para o próximo ano não trarão ganhos reais se comparados a anos anteriores. “O reajuste salarial do ano que vem sequer vai dar para cobrir a perda da inflação, quanto mais ter ganhos. Em 2012, o ganho real era 8%. O número de vínculo empregatício vinha crescendo sobremaneira. Nenhum período da história brasileira se teve um período de empregabilidade como se teve nos governos Lula e Dilma”, pontua.

O parlamentar acrescentou dizendo que os mais pobres estariam sacrificando seus rendimentos destinados à alimentação para poderem manter outros serviços essenciais como saúde, vestuário e educação.

“O sacrifício é dos mais pobres, eles estão pagando com o próprio alimento. Estão reduzindo o Mais Médicos, o Programa Luz Para todos, o Bolsa Família e tantos outros programas assistenciais que melhoram a vida da nossa população. É isso que acontece quando uma pessoa de baixa renda tem acesso aos programas de distribuição de renda. O pobre cresce e o rico cresce junto. Quando você reduz os investimentos para a área social você está tirando dos pobres para manter os privilégios dos ricos”, pontua.

Daniel Zen finalizou dizendo que para 2018 a expectativa é de que um novo governo chegue à presidência da República. “Em 2018, que consigamos fazer um reencontro com a democracia. Que as forças progressistas possam estar ao lado daqueles que precisam, dos mais pobres”, finaliza.

José Pinheiro
Agência Aleac

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