Deputada Eliane Sinhasique quer investigação do MPF acerca de fábrica de borracha em Sena

Deputada Eliane Sinhasique quer investigação do MPF acerca de fábrica de borracha em Sena

A deputada Eliane Sinhasique (PMDB) disse em pronunciamento nesta quarta-feira (16), na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), que entrou com uma representação junto ao Ministério Público Federal (MPF). No documento, a parlamentar pede uma investigação quanto aos investimentos feitos na indústria Granulado Escuro Brasileiro (GEB), em Sena Madureira. O montante seria de R$ 15 milhões, fruto de convênios com o Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD) e o BNDES.

“Nós apresentamos no MPF uma representação pedindo uma apuração célere quanto à GEB, a fábrica de beneficiamento de borracha. Constatamos indícios de irregularidades nessa fábrica em Sena Madureira através de contratos, depoimentos, notícias publicadas pelo governo e informações publicadas no Diário Oficial. Até hoje a fábrica de borracha não beneficiou nenhuma família de Sena Madureira. Constatamos aqui que o governo do Estado do Acre fez financiamentos para a instalação dessa fábrica que até hoje não passa de um elefante branco. O governo petista endividou o nosso Estado e até hoje não funcionou absolutamente nada”, ressalta.

Outro assunto abordado pela peemedebista foi sobre a agenda, em Brasília, na última semana, quando ela recebeu o troféu Ulisses Guimarães pelos trabalhos realizados à frente da Fundação Ulisses Guimarães no Acre. “Isso me deixa muito feliz pelo reconhecimento do trabalho desenvolvido aqui no Estado. Através dos nossos cursos temos ampliado a possibilidade de pessoas terem a sua renda. Divido esse troféu com todos aqueles que nos ajudaram nessa caminhada”, disse a deputada e também presidente da Fundação Ulisses Guimarães no Acre.

Finalizando, Sinhasique falou sobre a situação das pessoas que buscam a Oficina Ortopédica do Acre. Ela ressaltou que recebeu um abaixo-assinado pedindo a mudança na direção da instituição. A justificativa seria a falta de insumos para atender os pacientes.

“Eu recebi a visita de um senhor que usa prótese na sua perna há 14 anos. Ele precisa trocar essa prótese de dois em dois anos para adequação. No entanto, ele nos procurou para dizer que as pessoas que precisam da Oficina Ortopédica estão pedindo a mudança imediata do diretor. Há dois anos não existe lá material para a confecção das próteses e órteses. Os materiais estão em falta desde novembro de 2014. A desculpa é sempre a mesma: deu deserta a licitação. Nesse embroma, as pessoas estão sofrendo”, completou.

José Pinheiro
Agência Aleac

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